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Fotografia e outros devaneios

Fotografias, e às vezes palavras, de Fernando DC Ribeiro

29
Jul12

Imagens do Mar

“Não digo adeus, digo amor até ficar sem palavras”




Entre abrir um novo blog e continuar um blog antigo, do qual até gostava, mas para o qual deixei de ter tempo, decidi reativar os meus antigos “Devaneios”, não porque o tempo agora me sobre, mas pela necessidade de ter um espaço para imagens que não sejam apenas de Chaves e do concelho.




O “Devaneios” está de volta, mais em imagens do que em palavras, para publicar nele imagens sempre que me der na gana, sem horas ou dias marcados, um espaço onde quero partilhar as imagens que vou recolhendo por aí, fora de Chaves, de sítios e momentos que despertaram o clique, e depois para que valem as imagens se não forem partilhadas!?




Esqueçam então o THE END do último post e de vez em quando passem por aqui, pois vou tentar deixar por cá as minhas melhores imagens.




Reinicio então hoje com “Imagens do Mar”, ou da Ria de Aveiro, que é quase a mesma coisa.



E as imagens de hoje dedico-as ao fotógrafo e amigo Nordeste Afl sem o qual não tinha descoberto as entranhas e os momentos da Ria de Aveiro.




05
Ago10

Cai a noite...adeus mar!

 

 

 

- Que bem se está na praia, Adelaide!

 

Pois está, mas de mar e praia, a dose certa.

 

Estou de regresso, aos nossos montes, aqui atrás deles, em cima deles, por entre eles, aos planaltos, aos pequenos vales, ao granito e ao xisto, ao cheiro da terra, da floresta, ao granito e xisto das casas.

 

O mar fica para trás, para o próximo ano, ou de vez em quando, voltaremos para matar saudades da alma marinheira. Esta semana, regressamos ou entramos na semana do granito e, um pouco de xisto se puder ser, do nosso, daquele que faz a nossa alma interior.

 

Para terminar a semana do mar -  a noite, iluminada pelos neons, o luar e o descanso da praia.

 


02
Ago10

Semana do Mar - Anos 80 e analógica

 

 

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A primeira vez que vi o mar tinha eu 7 anos. O mar da Póvoa de Varzim, claro, era esse o nosso mar e a nossa praia. Lembro-me de quando dei de caras com ele, ter pasmado, em verdadeiro pasmar durante uns longos minutos.

 

Ainda hoje pasmo a olhá-lo, como pasmei quando o esventrei pela primeira vez ou sempre que o sobrevoo, mas é na praia que acontecem as verdadeiras contemplações. Penso que também em mim vive uma certa raça marinheira.

 

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Hoje fui ao encontro de imagens do passado dos dias de convívio com o mar e as suas coisas, convívio registado ainda em analógico no tempo em que os olhares eram mais pensados e mais selectivos que hoje, não propriamente pela qualidade que se pretendia, mas pelo custo (o pilim) de cada foto, num tempo em que a fotografia era quase um luxo e o dinheiro (esse como sempre) não abundava.

 

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Lamento, também por razões de “pilim” e de juventude não ter os meus registos do mar dos Açores, pois o “pré” de então não dava para suportar custos de fotografias e muito menos de aquisição de máquina fotográfica.

 

Ficam, para esta semana do mar, as minhas primeiras fotografias, dos anos 80 do século passado, já com a minha praia para além da Póvoa de Varzim. Fotografias do Furadouro e da Ria de Aveiro, aí sim, já obtidas com a minha primeira máquina fotográfica, comprada em 2ª mão com um dos meus primeiros ordenados do então jovem trabalhador.

 

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A velhinha dava pelo nome de MINOLTA XG9 com lente também MINOLTA – MD ROKKOR – 50mm, 1:1.7 de 49mm. O Filme de 35mm, pela certa era de 36 fotografias e 100 ASA (ISSO 100), talvez Kodak ou da AGFA, pois repartia as preferências pelas duas marcas.

 

Bons tempos de tempos bons, na praia…

 

 

 


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