Flores
Rosa

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Flores de amendoeira

Flores de marmeleiro

Flores de macieira


Mais dois pormenores, brincadeiras à volta do MACNA - Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves.

Brincadeiras que poderá ver aqui, já quanto ao MACNA, está encerrado por tempo indeterminado, tal como os restantes museus de Chaves, tudo por causa do Corona Vírus, e temos pena, pois acabou de ser inaugurada uma exposição de Nadir Afonso. Esperemos que isto do Corona Vírus não nos afete e passe depressa.

Rolhas

Sombras e tapumes

Hoje deveria acontecer mais uma das noites das bruxas em Montalegre, no Barroso, mas a cautela recomendou que tal acontecimento não venha a acontecer, tudo por causa do Coronavírus (COVID-19). Lamentamos que tal aconteça, ou não aconteça, mas tal como o povo diz, “cautela e caldos de galinha, não fazem mal a ninguém”.

Ora aqui fica uma prova em como a arte de rua, street art, muitas vezes considerada arte marginal, transforma um muro insosso de betão armado, numa homenagem aos antigos mineiros das minas de Jales, em Vila Pouca de Aguiar.


Apenas um brinde da natureza no seu melhor, as flores selvagens, com as suas complicadas e sempre surpreendentes formas, cores e beleza.

Flores dos nossos campos e prados, frágeis como outra qualquer flor, à merce da própria natureza para a sua sobrevivência ou até da ajuda das crianças, que com as suas inocentes brincadeiras, também fazem de natureza – O teu pai é careca!? Quantos pelos tem!?

Hoje tinham de ser mais duas imagens do MACNA - Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves, pois inaugura mais uma exposição do Pintor flaviense Nadir Afonso, que dá o nome ao museu, mas também porque é uma exposição que pretende ir de encontro às comemorações do centenário do nascimento do pintor.

NADIR, SUBJECTUM, é assim que se intitula a exposição com a curadoria de António Quadros Ferreira, que reúne cerca de 100 obras de arte de Nadir Afonso, entre acrílicos sobre tela e estudos em guache. Exposição que inaugura hoje, 7 de março, às 17H30, com obras onde Nadir mistura a geometria a que nos tem habituado com a figuração, à qual Nadir raramente utilizou. A não perder, mesmo porque a entrada é gratuita (para a inauguração) e a par de Nadir poderá apreciar as restantes exposições patentes ao público no MACNA, onde se encontram representados quase todos os grandes pintores e escultores de arte contemporânea do século passado e atuais (Amadeu de Sousa Cardoso, Vieira da Silva, Almada Negreiros, Júlio Pomar, Cutileiro, etc.) contando também com uma pequena mostra de esculturas do escultor flaviense Carlos Barreira. Como se isto não chegasse, temos ainda o próprio edifício do MACNA de autoria de Siza Vieira, uma das suas joias mais recentes, que só por si, merece uma visita. É uma proposta para hoje, inauguração, para o fim de semana, ou para qualquer dia, exceto às segundas-feiras em que o MACNA está fechado.
A exposição que hoje inaugura, NADIR, SUBJECTUM, estará patente ao público até 29 de novembro de 2020.
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Lá vem a "Nau Catrineta" que traz muito que contar...
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