Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

||||||||||||||||| - pois! mas nem tudo que parece, é!



.

Aos que me costumam visitar por aqui:

 

- Não me desculpem as minhas ausências, pois são imperdoáveis como imperdoável é deixar de fazer e por de lado aquilo que mais gostamos.

 

A vida é breve e simples, está-nos no ser de sermos animais vivos, a inteligência, que dizemos faltar aos outros animais, é que complica tudo e, ser simples, não nos foi suficiente. Complicamos, complicamos tudo cada vez mais como a engrenagem de um relógio mecânico, como se os dias, as noites, as luas e as primaveras não existissem para contar o tempo.

 

É precisamente que por falta desse tempo que é contado pelos relógios, que as minhas ausências se fazem sentir…antes fosse linha, recta, e seguisse o meu destino sem fim, pois no seu devaneio, as linhas paralelas também divergem… há no entanto quem as veja convergir, e aí é que está o problema. Complicamos tudo para viver uma vida sofridas e merecermos o céu. O problema está em se acreditar ou não, e por isso as divergências das linhas paralelas não passam de uma ilusão. Saberei eu o que estou a dizer!?

 

Adeus, refugio-me mais uma vez nas minhas ausências, pois lá terei que seguir a divergência das linhas até que cansado das engrenagens, faça inversão e escorregue pela convergência das linhas até ao ponto de partida. Linhas amarelas, cor feia, disse uma vez o mestre, mas até aqui nestas simples linhas amarelas, há quem veja linhas negras. Ou serão pretas!? Lá estamos de novo a complicar o que é simples.

 

Definitivamente, retiro-me.

 

Até ao próximo poste (tradução para português de Portugal de post – esta é outra que nunca entendi…) complicados!

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publicado por fr às 03:09
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