Domingo, 27 de Maio de 2007

Rosas Brancas...há quem deixe de ser mulher assim!

 

.

 

Sem querer falar mais do amarelo do mestre, a cor branca, essa sim é uma cor insossa, desenxabida, sem significado, nem quente nem fria, que nem é cor nem é nada, pois falta-lhe a cor, que até chega a apavorar e a meter medo por tanta ausência de tudo…
 
PURO ENGANO, pois tudo está no branco e na sua cor e uma prova disso, são as rosas, não há rosa com maior beleza e pureza que uma rosa branca, que o digam as mulheres, a Carmencita e a Carmelita …se ainda não notaram, já deixem o branco (ou talvez não) já passei para o sub-real, já ando em terras de Espanha, já fui ter com o Bunuel!, Claro que lhe falta o ~ no n, tal como ao branco lhe falta a cor.

publicado por fr às 01:30
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3 comentários:
De Tupamaro a 30 de Maio de 2007 às 18:42
Penitência!

Atraído por outras "flores" e outras "tonalidades", até me esqueci deste miradouro.

O castigo foi meu, pois, embora hoje ainda encha a mão com estas preciosidades, paulatinamente tê-las-ia apreciado à vez, o que daria a cada momento particular gosto.

Nós, guerrilheiro das Ilusões e das Paixões, também sobrevivemos com os orvalhos das madrugadas, com a fragrância das flores e com as prendas dos Amigos.

O Príncipe da Riviera Tamegana, Don Nando, é generoso, e distribui-nos açafates de lembranças, memórias, vaidadezinhas e bonbons de Arte.
O regato do nosso conhecimento e da nossa felicidade é estreitinho e assemelha-se a um fiozinho de água. Porém, com as afluências deste "Ribeiro" e de outros Amigos "ribeirinhos" o caudal lá vai crescendo, crescendo.

E até nos apetece dizer (como noutros tempos por aí se dizia: ««és um prosa!»»): - Sinto-me «prosa» por ser de onde sou - da Alta-Tamegânia!

Tupamaro


De Tupamaro a 30 de Maio de 2007 às 18:47
O Branco?!

Verde ou Maduro, nas cálidas tardes, ou noites, de Verão que bem escorrega pelas gargantas fundas e profundas dos sequiosos “cañons” de espíritos encarnados em compinchas reunidos numa Adega; encostados a um balcão de um Taberna; sentados a uma mesa da Pensão preferida (alto, agora diz-se, e devo dizer, Restaurante!); ou espalhados apertadamente no anfiteatro minúsculo de uma Tasquinha; do Branco importa menos a cor e muito mais o Sabor!

Das Rosas?!

A cor da inocência e da singeleza!
Do encanto!
Para os místicos – a renúncia!
Para os sábios – a paixão!
Ao olhar de um Midas apaixonado,
ora rosa Cor-de–rosa, ora rosa jacarandá!
Em Rubis ou em Corais!
Em sonhos e madrigais!
De Cavaleiros o sinal!
Das pétalas o licor.
Ah! As Rosas!...
Dos romeiros os espinhos.
Brancas?!
As pétalas do Mistério!
Ah! As Rosas!
A fragrância do Amor!

Romeiro de Alcácer


De Anónimo a 29 de Setembro de 2010 às 02:58
na serie 'os imortais' as rosas brancas signjficam 'sem capacidade de amar


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