Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

Noites & dias

 

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Um raio de luz, por mais pequerruchinho que seja, faz toda a diferença, aquece e dá vida ao colorido dos dias e é o suficiente para nos mostrar como é bela a natureza. Mas estou confuso, pois gostar, gostar mesmo, é da noite, parda, em que os raios de luz, por serem artificiais, não aquecem qualquer cor e fazem a vida a preto & branco. Gosto de andar colorido pela noite dentro.   

publicado por fr às 13:00
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Sábado, 22 de Setembro de 2007

O Sol na Praça, Atordoa!

 

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O sol atordoa-nos a cabeça a todos, a uns mais que outros, é certo, mas atordoa.
 
Os do barroso dizem que somos palulas, ou seja, que olhamos para o balão e abrimos a boca. O sol do barroso atordoa mais que o nosso, é seco. O nosso, não, é húmido, mas atordoa na mesma, às vezes até mais, outras vezes, menos.
 
Quem sabe, para o sol não atordoar a cabeça, usa chapéu ou barretes, ou até lenço de 4 nós e diz quem sabe, que o sol atordoa menos a cabeça.
 
Mas penso que tudo isso do sol atordoar a cabeça é pura mentira, pois tenho andado ao sol sem cabeça e o meu chapéu continua bem. Eles cada uma inventam e atordoado eu nunca sempre me senti, e como estou sempre, como bem!

publicado por fr às 02:30
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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007

Rosas...

 

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Não podia deixar passar o dia de hoje sem uma rosa, vermelha, lembrar toda a beleza da rainha das flores, completa, em tudo, até nos espinhos!
 
Reservo-me os direitos do ser do dia 21 de Setembro, sem mais comentários.
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publicado por fr às 01:55
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Domingo, 16 de Setembro de 2007

Estranhas as entranhas da noite!

 

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Estranhas são as entranhas da noite e no entanto tem a sua beleza, própria, estranha e que se entranha. Também isto é estranho, esta entranha das entranhas da noite.
 
Infelizmente e estranhamente o relógio manda que a noite seja para dormir e no sono, as entranhas são outras, também estranhas, mas nada como as entranhas da noite.
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publicado por fr às 02:33
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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

Em ziguezague!

 

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Ilusões, puras e simples, é disso que vamos fazendo os dias.
 
Há padrões para tudo e tudo tende a ser normalizado, cada vez mais há menos direito à diferença e às diferenças e, cada vez mais, pensamos ser livres ao sentir que seguimos livremente o caminho que previamente nos é traçado… e quem dele sair, ou é louco, “artista” ou então anda iludido, ou talvez apaixonado, que é como quem diz cego de amores e indiferente a estas coisas e o triste coitado, apaixonado, nem se dá conta que até a paixão tem um padrão e está normalizada.
 
Pela minha parte, a sair do caminho, preferia a ilusão, porque dói menos, quando dói. Mas isso era no tempo em que vivia sempre a ilusão constante de estar apaixonado… agora gosto mais da brincadeira, é a minha maneira feliz de ir pelo tal caminho previamente traçado, mas aos “zigues” e aos “zagues” e em ziguezague de preferência.

publicado por fr às 02:00
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Quarta-feira, 5 de Setembro de 2007

Cabaças, Bruxa(o)s e Vilar de Perdizes

 

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Domingo estava quente e prometia ser enfadonho para repousar o corpo durante toda a tarde no sofá e, como Vilar de Perdizes fica aqui ao pé da mão, toca lá e bota até aos bruxos, bruxas, cartomantes, adivinhos, mezinhas, chás, licores que levantam o pau e outras coisas mais e, para o cenário estar completo, só faltam (ou faltavam) mesmo as ciganas para ler a sina (há que lembrar isso ao Padre Fontes).
 
Mas, coitada da Rita que serve de decoração a semelhante cabaça, daquelas que iam para o campo cheias de vinho para matar a sede e repor forças. A olhar pelas cabaças, já compreendo agora porque é que os campos estão de “poulo”, pudera, por essas cabaças também eu não bebia, e a julgar pela cara do Tio Homem (pois não tem cara de bruxo), o negócio era tanto, que até aproveitava as horas mortas para botar uma sestinha.
 
Pró ano prometo ir outra vez até Vilar de Perdizes para ver como vai o negócio das cabaças…entretanto, parece que os licores levanta o pau venderam muito bem.

publicado por fr às 02:24
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